Está de BRINC... adeira?
Está de BRINC... adeira?
"Donald Trump enviou uma carta ao presidente Lula anunciando uma taxação de 50% sobre a exportação brasileira a partir de 1º de agosto" — o famigerado “mês do desgosto”.
A culpa? Do 02 — filho do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, que por enquanto se considera americano de "quatro costados" (na cabeça dele).
Como se um bichinho de estimação tivesse poder de influenciar seu dono na hora de escolher a ração...
Gente, Eduardo foi tentar tomar o lugar do Mickey, mas perceberam que ele não serve nem pra ser o Pateta. Não delira!
Francamente, em que momento você se tornou tão ingênuo a ponto de acreditar em qualquer bobagem postada nas redes?
Trump pode até citar o nome Bolsonaro ou explorar o dramalhão em torno dos processos do clã como pretexto para justificar a taxação. Mas a verdade? A raiz do problema está no BRINCs.
— Sim! O BRINCs é visto como uma ameaça real ao protecionismo americano. É como aquela coceira nas costas que não dá pra alcançar... pois é.
Desde ontem, bateu o desespero geral: AGRO, indústria, importadores, exportadores e outros já sentiram o baque.
Quantas vezes o presidente norte-americano já provou que tem mais nuvens, raios e trovões do que chuva?
— Não é de hoje. Vem desde seu primeiro mandato, lá em 2017.
A ameaça é séria e veio com um expediente agressivo: chantagem impositiva.
Na minha opinião, resta recorrer à diplomacia. Tentar um acordo antes da data da nova taxação. Porque não temos “fogo” econômico pra bancar uma guerra contra o tio Sam e seu sobrinho alaranjado.
Esse papo de bravata, de dizer que o Brasil é soberano, que nossas leis não se curvam às estrangeiras, que o STF tem a capa mais preta que o Darth Vader, e que Lula tem a voz mais rouca que o Jedi do mal — não resolve. Só piora.
O mundo sabe que o Brasil não é uma colônia. Nunca foi (só um golinho).
E não é colônia dos EUA, não.
Precisamos, isso sim, de diversificar nossas parcerias comerciais. A China já é nossa principal aliada — por que manter a América do Norte como segunda?
O mundo é grande. E não: Trump não manda nele.
Fique em paz.

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