"Golpe dos 18"

"Golpe dos 18": Brasil Ganha Deputados, Perde Representatividade?

 


Então “ganhamos”... mais 18 deputados federais.


Claro, foi assim mesmo – da noite para o dia. E não, não acredito que algum(a) numerologista tenha convencido o Congresso de que o Brasil não deu certo porque 513 não era um número de sorte.

Agora temos 531 parlamentares para sustentar:  

531 motoristas particulares,  

531 carros blindados,  

531 auxílios-moradia,  

531 seres humanos trabalhando — quase sempre — pelos próprios interesses.


E tudo isso pago pelo "bondoso e domesticado eleitor brasileiro".

É evidente que não seria preciso plebiscito para algo “tão irrelevante” e “sem custo” para os cofres públicos federais, certo? O povo só será chamado às urnas na hora de garantir o curral eleitoral dos partidos favorecidos por essa manobra oportunista.


O mais surreal? Tem eleitor comemorando! Dizem que “o Lula perdeu” com a decisão do Congresso. Que a base não conseguiu barrar mais esse absurdo. Mais um ataque à (in)sanidade de qualquer república plantadora de bananas — sem pijamas.


Mas, com todo respeito: estão comemorando o quê, “cara-pálida”?  

O prejuízo é NOSSO!


Você pode ser um idiota de esquerda, de direita, do centro, progressista ou até mesmo apolítico — mas continua sendo IDIOTA, se acredita que o governo atual “perdeu”. Talvez você ainda não tenha sido apresentado ao exercício de: "pensar politicamente".


Eu, prestes a completar sessenta, vivi as Diretas Já, o Fora Collor, vi a fúria dos protestos por 0,20 centavos, presenciei o impeachment da Dilma, as acusações e prisão do Lula, o esfaqueamento do Bolsonaro, a pandemia, e até a tentativa frustrada de golpe em 2023.


E agora? Quem sabe seja a hora de o povo nomear mais essa afronta. Que tal:  

“O Golpe dos 18”?


O Brasil parece mesmo ser a 'pátria dos conformistas'. Um paraíso para picaretas politizados e mal-intencionados. Uma terra onde a massa de manobra estima ladrões, corruptos e assassinos (não necessariamente nessa ordem) — e segue cega, surda e muda enquanto convém.


Viva ao Brasil, que continue exatamente como está...  

Como é mesmo o nome disso?


Ah, lembrei:


- Vivemos uma democracia... or not?


Até a próxima!

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